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Novo livro de José Viale Moutinho

A ILHA DAS QUATRO ESTAÇÕES

[…] uma recolha de textos feita a partir dos livros em que o autor recorre à Ilha da Madeira, a “rainha das ilhas, como se houvesse uma monarquia da terra que está dispersa no oceano” […], e, talvez assim, prestar uma homenagem à terra onde nasceu […]

— Ana Isabel Moniz

Já disponível na GAUDEAMUS.pt, com entrega gratuita em todo o país, e noutras livrarias da região e do país.

 

A ILHA DAS QUATRO ESTAÇÕES de José Viale Moutinho

O autor já nos habituou à excelência do seu trabalho, com uma extensa produção literária que abarca diversos géneros literários e pela qual foi galardoado com diversos prémios nacionais e internacionais.

Os seus livros são  publicados em vários países e em várias línguas e tornando-o um dos grandes da Literatura Portuguesa da actualidade.

Uma das vertentes literárias nas quais se distingue é o conto. Narrador cativante, as suas histórias prendem-nos linha a linha, na tentativa de perceber as motivações e as atitudes das suas personagens, desde as mais fantásticas até às que poderíamos identificar como sendo nós mesmos que, em algum momento, sem que nos apercebêssemos de que o autor nos havia estado a observar e transpor para as suas páginas.

Ana Isabel Moniz e Leonor Martins Coelho, investigadoras na área da Literatura, encontraram, em livros que o autor publicou ao longo de vários anos, diversas histórias passadas ou inspiradas na ilha da Madeira, onde Viale Moutinho nasceu, na cidade do Funchal.

Esses contos madeirenses moutinianos foram reunidos neste volume a que o autor chamou de A ILHA DAS QUATRO ESTAÇÕES, onde tem lugar uma narrativa recolhida do livro Fechem essas malditas gavetas (2014).

Viale Moutinho fala-nos do misterioso autor madeirense do século XIX, João Augusto de Ornelas, e do seu romance histórico de amor A mão de sangue (publicado pela Imprensa Académica, nesta mesma colecção) muito elogiado por Camilo Castelo Branco.

Neste livro, há ogres tiranos; há ilhas sem reis, mas governadas por roques; há cagarras que têm lições de canto; há praias que atravessam mares; e muitas outras histórias que fazem as delícias do leitor.

O volume apresenta ainda dois desenhos aguarelados de Isabella Hurst de França (1795-1880), a quem Viale Moutinho dedicou o primeiro destes contos, originalmente publicado em Pavana para Isabella de França (1992).

Os desenhos referem-se a dois episódios da lua-de-mel daquela dama inglesa na Madeira (c. 1853-1854), extraídos do seu diário de viagem ilustrado, agora na Casa-Museu Frederico de Freitas, que os cedeu para esta obra.

Através da colecção Ilustres (Des)conhecidos a Académica da Madeira pretende contribuir para o estudo e para a maior difusão do património literário da Madeira, criado ao longo dos séculos.

IMPRENSA ACADÉMICA

A primeira Imprensa universitária em Portugal começou em Coimbra, no século XVI, durante o reinado de D. João III.

A IMPRENSA ACADÉMICA é uma editora universitária portuguesa, criada em 2014, que desenvolve linhas editoriais que reflectem a actividade científica das universidades e das demais instituições de ensino superior. Tem por missão a publicação de obras de mérito científico e cultural.

Ao longo dos anos tem publicado em vários domínios do saber para promover e fomentar a investigação, além de divulgar os trabalhos produzidos nas instituições de ensino superior e incentivar a interacção com a sociedade.

Tem desenvolvido obras direccionada para o público infantojuvenil, que envolvem o trabalho de investigadores de diferentes áreas do saber, além de estudantes e de antigos estudantes universitários, e que visam incentivar o gosto pela leitura e a valorização do património nas faixas etárias mais jovens.