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China recolhe amostras da Lua

Se a missão for concluída com sucesso, China será o terceiro país a recolher amostras da lua depois de Estados Unidos e União Soviética nos anos 60 e 70 do século XX.

A cápsula espacial chinesa que transporta as primeiras amostras da superfície lunar em mais de quatro décadas iniciou este domingo a sua viagem de regresso à Terra. Este regresso deverá demorar três dias.

A sonda lunar Chang’e 5, que orbita a lua há cerca de uma semana, ligou os quatro motores por cerca de 22 minutos para sair da órbita lunar.

No início de Dezembro, o módulo tinha pousado na lua, perto de uma formação denominada de Mons Rumker, uma área em que se acredita ter sido o local de actividade vulcânica antiga, tendo sido recolhido perto de dois quilos de amostras.

A partir das rochas e destroços, os cientistas esperam aprender mais sobre a Lua, incluindo a sua idade precisa, bem como aumentar o conhecimento sobre outros corpos celestes do nosso sistema solar. A recolha de amostras, inclusivamente de asteróides, é um foco crescente de muitos programas espaciais e o domínio da tecnologia pela China coloca o país entre as nações líderes em operações no espaço.

Espera-se que a cápsula lunar pouse no norte da China, na região da Mongólia Interior, depois de se separar da nave espacial e flutuar de pára-quedas.

Estas serão as primeiras amostras da superfície lunar obtidas pelos cientistas desde a sonda Luna 24, da União Soviética, em 1976. Entre 1969 e 1972, o programa espacial norte-americano Apolo recolheu 382 quilos de material lunar e parte ainda está a ser analisada.

O programa espacial da China tem um conjunto de missões ambiciosas em andamento, incluindo uma sonda a caminho de Marte.

Clique aqui para ler a notícia do Público de 13/12/2020.