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Nesta terceira edição do concurso, menos de metade das candidaturas apresentadas foi elegível para financiamento.

A Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) aprovou 300 contratos de trabalho para investigadores doutorados no âmbito do Concurso de Estímulo ao Emprego Científico, anunciou esta segunda-feira a instituição. A FCT adianta em comunicado que os 300 contratos representam um investimento de 90 milhões de euros.

Nesta 3.ª edição do concurso, foram avaliadas 3648 candidaturas, mas apenas 1675 conseguiram nota mínima para serem elegíveis a financiamento. “As 300 candidaturas seleccionadas para contrato correspondem, assim, a 18% das candidaturas elegíveis”, refere o comunicado da FCT, a principal entidade de financiamento público da investigação científica em Portugal, tutelada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Por categoria, são financiados 157 contratos de investigador júnior, 114 de investigador auxiliar, 27 de investigador principal e dois de investigador coordenador.

Dos 300 investigadores 58% são mulheres e 27% de nacionalidade estrangeira, sendo que 33 são espanhóis, 17 italianos, sete franceses e seis alemães.

Segundo a FCT, a selecção dos candidatos resultou de um processo que envolveu 25 painéis internacionais e a distribuição dos contratos por categoria e por painel científico é proporcional ao respectivo número de candidatos avaliados.

“Após esta divulgação de resultados inicia-se o período de audiência prévia, durante o qual os candidatos não seleccionados podem contrapor a sua avaliação”, acrescenta o comunicado.

A FCT vai agora enviar os contratos-programa às instituições, para firmar o acordo de financiamento e depois disso as instituições e os investigadores deverão assinar os contratos de trabalho num prazo de 90 dias.

Clique aqui para ler a notícia do Público de 02/11/2020.