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História da Madeira. Séc. XIX – A Caminho do Liberalismo

História da Madeira. Séc. XIX – A Caminho do Liberalismo é a nova obra da Imprensa Académica (IA), chancela editorial da Académica da Madeira, da autoria do historiador e professor Rui Carita.

A obra encontra-se à venda na Gaudeamus, na Fnac, na Wook, na Bertrand(online e lojas) e noutros livreiros nacionais e regionais.

O 5.º volume da colecção História da Madeira, obra editada com o objectivo de celebrar os 600 anos do início do povoamento da Madeira, traça com detalhe a realidade insular durante o séc. XIX, sendo acompanhada com cerca de 200 ilustrações e várias notas explicativas. Pretende-se, com isso, tornar a nossa História acessível a todo o público, incluindo o infanto-juvenil, sem comprometer o rigor científico que apresenta décadas de investigação do autor.

A Madeira foi instituída no início do século XVI como diocese dos descobrimentos e das conquistas da Expansão portuguesa, com a sagração da sé do Funchal em 1517 e a elevação da mesma a sede de arcebispado, em 1533, embora por pouco tempo.

O século XIX representou uma etapa crucial da História da Madeira. Primeiro, com as ocupações britânicas, no quadro das Guerras Napoleónicas; depois, com a transferência da corte para o Brasil e as revoluções liberais que mudaram drasticamente o panorama político em Portugal e na Europa, encerrando o denominado Antigo Regime. Este século também foi marcado por profundas alterações políticas e, no caso da Madeira, pelas crises económica e social advindas das pragas da vinha, até então a principal produção da Ilha, e pelo progressiva adaptação das estruturas de apoio ao turismo terapêutico e, depois, de lazer. O início do século XIX representa, ainda, a configuração e a consolidação de uma consciência política insular, de que se foram queixando sucessivamente os governadores, os prelados, os corregedores e os provedores.

A Madeira foi assim o primeiro local, fora do continente, a apoiar a revolução liberal do Porto e de Lisboa, logo enviando representantes às novas Cortes Constituintes e, em 1882, a eleger um deputado republicano, Manuel de Arriaga, que, quase 30 anos depois e implantada a República, seria o seu primeiro Presidente.

Sobre o autor

Rui Carita ( 1946; – )

É professor catedrático de Arte e Design da Universidade da Madeira, onde exerceu funções de vice-reitor e pró-reitor para a área de projectos científicos. Foi professor convidado da Universidade de Pisa, em Itália, e assessor para a recuperação de património na Universidade de Santa Catarina, no Brasil. Em 2013 editou, em parceria com a Associação Académica da Universidade da Madeira, a obra Colégio dos Jesuítas – Memória Histórica, o que constitui o primeiro passo para a abertura do antigo Colégio dos Jesuítas do Funchal ao público. Em 2012 foi convidado a integrar um projecto similar, no sultanato de Sarjah, nos Emirados Árabes Unidos, que envolveu trabalhos de arqueologia nas antigas fortalezas portuguesas do Golfo da Arábia. Tem orientado teses de mestrado e de doutoramento em universidades portuguesas, italianas, espanholas e marroquinas, onde também tem integrado júris, especialmente nas áreas do Património Edificado, da Arquitetura e Urbanismo, da Arqueologia e das Artes Decorativas. É autor de cerca de 50 livros de 200 catálogos, além de roteiros de comunicações editados em várias línguas. Em 2010, foi editado o seu Roteiro Republicano, referente à Madeira e, em 2008, os vários trabalhos sobre a história da cidade do Funchal, pela comissão Funchal 500 anos, responsável pelas celebrações do 5.º centenário da elevação do Funchal a cidade, e pelos CTT – Correios de Portugal.

Sobre a Imprensa Académica

A Imprensa Académica é uma editora criada em 2014 pela Académica da Madeira, que é a proprietária e a gestora de toda a sua actividade. Ao longo dos anos tem publicado em várias áreas do saber, através da iniciativa da sua equipa, de trabalhos contratados por entidades externas e de propostas recebidas de autores ou organizações.

A actividade da Imprensa Académica nasce para fomentar a investigação científica nos estudantes e nos antigos estudantes, divulgar os trabalhos produzidos nas instituições de ensino superior e promover a interacção com a sociedade. Aliado a esses propósitos, a actividade da Imprensa Académica permite a angariação de receitas para os programas de apoio social e de voluntariado da Académica da Madeira.

Vencedor, em 2019, do Prémio Boas Práticas Associativismo Jovem, na categoria Estudantil, atribuído pelo Instituto Português do Desporto e da Juventude, a editora continua a apostar na oferta de oportunidades na comunidade académica, juvenil e população geral, como veículo de expressão enquanto escola de cidadania activa e de participação cívica e democrática dos jovens, sendo particularmente reconhecida pela sua qualidade, dimensão territorial e impacto social relevante na comunidade.

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